CARMEM MIRANDA

sábado, 9 de março de 2013
                                 CARMEM MIRANDA







Infância

Carmen Miranda foi batizada com o nome de Maria do Carmo Miranda da Cunha na igreja da freguesia de Várzea da Ovelha e Aliviada, concelho de Marco de Canaveses.[2] Era a segunda filha do barbeiro José Maria Pinto da Cunha (Marco de Canaveses, Várzea da Ovelha e Aliviada, 17 de Fevereiro de 1887 - 21 de Junho de 1938) e de sua mulher (Marco de Canaveses, Várzea da Ovelha e Aliviada, 28 de Setembro de 1905) Maria Emília Miranda (Marco de Canaveses, Várzea da Ovelha e Aliviada, 10 de Março de 1886 - Rio de Janeiro, 9 de Novembro de 1971). Ganhou o apelido de Carmen no Brasil, graças ao gosto que seu pai tinha poróperas.
Pouco depois de seu nascimento, seu pai, José Maria, emigrou para o Brasil,[3] onde se instalou no Rio de Janeiro. Em 1910, sua mãe, Maria Emília seguiu o marido, acompanhada da filha mais velha, Olinda, e de Carmen, que tinha menos de um ano de idade.[3] Carmen nunca voltou à sua terra natal, o que não impediu que a câmara municipal de Marco de Canaveses desse seu nome ao museu municipal.
No Rio de Janeiro, seu pai abriu um salão de barbeiro na rua da Misericórdia, número 70, em sociedade com um conterrâneo. A família estabeleceu-se no sobrado acima do salão. Mais tarde mudaram-se para a rua Joaquim Silva, número 53, na Lapa.
No Brasil, nasceram os outros quatro filhos do casal: Amaro (1911), Cecília (1913-2011), Aurora (1915 - 2005) e Oscar (1916).[3]
Carmen estudou na escola de freiras Santa Teresa, na rua da Lapa, número 24. Teve o seu primeiro emprego aos 14 anos numa loja de gravatas, e depois numa chapelaria. Contam que foi despedida por passar o tempo cantando, mas o seu biógrafo Ruy Castro diz que ela cantava por influência de sua irmã mais velha, Olinda, e que assim atraía clientes[4].
Nesta época, a sua família deixou a Lapa e passou a residir num sobrado na Travessa do Comércio, número 13. Em 1925, Olinda, acometida de tuberculose, voltou a Portugal para tratamento, onde permaneceu até sua morte em 1931. Para complementar a renda familiar, sua mãe passou a administrar uma pensão doméstica que servia refeições para empregados de comércio.
Em 1926, Carmen, que tentava ser artista, apareceu incógnita em uma fotografia na sessão de cinema do jornalista Pedro Lima da revista Selecta. Em 1929, foi apresentada ao compositor Josué de Barros, que encantado com seu talento passou a promovê-la em editoras e teatros. No mesmo ano, gravou na editora alemã Brunswick, os primeiros discos com o samba Não Vá Sim'bora e o choro Se O Samba é Moda. Pela gravadora Victor, gravou Triste Jandaya (grafia original) e Dona Balbina ou "Buenas Tardes muchachos".[4]

[editar]O início da carreira artística


Carmen Miranda em 1930.
O grande sucesso veio a partir de 1930, quando gravou a marcha "Pra Você Gostar de Mim" ("Taí") de Joubert de Carvalho. Antes do fim do ano, já era apontada pelo jornal O País como "a maior cantora brasileira".[1]
Em 1933 ajudou a lançar a irmã Aurora na carreira artística. No mesmo ano, assinou um contrato de dois anos com a rádio Mayrink Veiga para ganhar dois contos de réis por mês.. Foi a primeira cantora de rádio a merecer contrato, quando a praxe era o cachê por participação. Logo recebeu o apelido de "Cantora do It".[nota 2] Em 30 de outubro realizou sua primeira turnê internacional, apresentando-se em Buenos Aires[4]. Voltou à Argentina no ano seguinte para uma temporada de um mês na Rádio Belgrano.
Em dezembro de 1936, Carmen deixou a Mayrink Veiga e assinou com a Tupi, ganhando cinco contos de réis.

[editar]Carreira cinematográfica no Brasil

Em 20 de janeiro de 1936, estreou o filme Alô, Alô Carnaval com a famosa cena em que ela e Aurora Miranda cantam "Cantoras do Rádio". No mesmo ano, as duas irmãs passaram a integrar o elenco do Cassino da Urca de propriedade de Joaquim Rolla. A partir de então as duas irmãs se dividiram entre o palco do cassino e excursões frequentes pelo Brasil e Argentina.[1]
Depois de uma apresentação para o astro de Hollywood Tyrone Power em 1938, aventou-se a possibilidade de uma carreira nos Estados Unidos. Carmen recebia o fabuloso salário de 30 contos de réis mensais no Cassino da Urca e não se interessou pela ideia.
Em 1939, o empresário estadunidense Lee Shubert e a atriz Sonja Henie assistiram ao espetáculo de Carmen no Cassino da Urca. Depois de um espetáculo no transatlânticoNormandie, Carmen assinou contrato com o empresário. A execução do contrato não foi imediata, pois a cantora fazia questão de levar o grupo musical Bando da Lua para a acompanhar, mas o empresário estava apenas interessado em Carmen[1]. Depois de voltar para os Estados Unidos, Shubert aceitou a vinda do Bando da Lua. Carmen partiu no navio Uruguai em 4 de maio de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial.

[editar]A carreira nos Estados Unidos e o começo da consagração

Alô... Alô?
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Interpretado por Carmen Miranda e Mário Reis, gravado em 1934

Chegou a Hora da Fogueira
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Interpretado por Carmen Miranda e Mário Reis, gravado em 1933

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Em 29 de maio de 1939 Carmen estreou no espetáculo musical "Streets of Paris", em Boston, com êxito estrondoso de público e crítica. As suas participações teatrais tornaram-se cada vez mais famosas. Em 5 de março de 1940, fez uma apresentação perante o presidente Franklin D. Roosevelt durante um banquete na Casa Branca.
Em 10 de julho de 1940 retornou ao Brasil, onde foi acolhida com enorme ovação pelo povo carioca. No entanto, em uma apresentação no Cassino da Urca com a presença de políticos importantes do Estado Novo, foi apupada pelos que a consideravam "americanizada". Entre os seus críticos havia muitos que eram simpatizantes de correntes políticas contrárias aos Estados Unidos[4].
Dois meses depois, no mesmo palco, Carmen foi aplaudida entusiasticamente por uma plateia comum. No mesmo mês gravou seus últimos discos no Brasil, onde respondeu com humor às acusações de ter esquecido o Brasil e ter-se "americanizado". Em 3 de outubro, voltou aos Estados Unidos e gravou a marca de seus sapatos e mãos na Calçada da Fama do Teatro Chinês de Los Angeles.

Carmen Miranda no filme Entre a Loura e a Morena (The Gang's All Here, 1943), de Busby Berkeley.
Entre 1942 e 1953 atuou em 13 filmes em Hollywood e nos mais importantes programas de rádio, televisão, casas noturnas, cassinos e teatros norte-americanos. A Política de Boa Vizinhança, implementada pelos Estados Unidos para buscar aliados na Segunda Guerra Mundial, incentivou a imigração de artistas latino-americanos. Apesar de ter chegado nos Estados Unidos antes da criação da Política de Boa Vizinhança, Carmen Miranda sempre foi identificada como a artista de maior sucesso do projeto[1].

[editar]Vida amorosa e casamento

Em 1946, Carmen era a artista mais bem paga de Hollywood e a mulher que mais pagava imposto de renda nos EUA. Em 17 de março de1947 casou-se com o americano David Alfred Sebastian, nascido em Detroit a 23 de novembro de 1908. Antes, Carmen namorou vários astros de Hollywood e também o músico brasileiro Aloysio de Oliveira, integrante do Bando da Lua.[4]
Antes de partir para os Estados Unidos e antes de conhecer o marido, Carmen namorou o jovem Mário Cunha e o bon vivant Carlos da Rocha Faria, filho de uma tradicional família do Rio de Janeiro. Já nos EUA, Carmen manteve caso com os atores John Wayne e Dana Andrews.
O casamento é apontado por todos os biógrafos e estudiosos de Carmen Miranda como o começo de sua decadência moral e física. Seu marido, David, antes um simples empregado de produtora de cinema, tornou-se "empresário" de Carmen Miranda e conduzia mal seus negócios e contratos. Também era alcoólatra e pode ter estimulado Carmen Miranda a consumir bebidas alcoólicas, das quais ela logo se tornaria dependente. O casamento entrou em crise já nos primeiros meses, por conta de ciúmes excessivos, brigas violentas e traições de David, mas Carmen Miranda não aceitava o desquite pois era uma católica convicta. Engravidou em 1948, mas sofreu um aborto espontâneo depois de uma apresentação e não conseguiu mais engravidar, o que agravou suas crises depressivas e o abuso com bebidas e remédios sedativos.

[editar]Dependência de barbitúricos

Desde o início de sua carreira americana, Carmen fez uso de barbitúricos para poder dar conta de uma agenda extenuante. Adquiria as drogas com receitas médicas pois, na época, elas eram receitadas pelos médicos sem muitas preocupações com efeitos colaterais. Nos Estados Unidos, tornou-se dependente de vários outros remédios, tanto estimulantes quanto calmantes. Por conta do uso cada vez mais frequente, Carmen desenvolveu uma série de sintomas característicos do uso de drogas, mas não percebia os efeitos devastadores, que foram erroneamente diagnosticados como estafa (cansaço) por médicos americanos.
Foi numa tarde em 1942. A Igreja estava vazia, a não ser uma moça que rezava contritamente diante do altar de Nossa Senhora das Graças. Uma senhora havia me trazido uma criança para batizar, mas, por morar muito longe daqui, e não poder pagar as passagens para alguém vir, não trouxera madrinha para o filho. Aproximei-me, então, da moça que orava e perguntei-lhe se me faria aquele favor, de repetir, pela criança, as palavras do batismo. Ela concordou imediatamente, serviu como madrinha do bebê. Depois. mandou o seu carro branco buscar o resto da família da pobre senhora para uma festa de batizado na sua casa. Eu soube, então, que a moça era a estrela Carmen Miranda e sua simplicidade deixou-me uma profunda impressão, solidificada, depois, pelas suas constantes vindas à Igreja que se lhe tomou um segundo lar, dando-nos ela um altar novo para Nossa Senhora.
— Palavras do padre Joseph na missa do funeral de Carmen Miranda, agosto de 1955
Em 3 de dezembro de 1954, Carmen retornou ao Brasil após uma ausência de 14 anos viajando e fazendo shows pelo mundo, além de estar morando nos EUA. Ela continuava casada e sofrendo com o marido, cada vez mais alcoólatra e violento. Seu médico brasileiro constatou a dependência química e tentou desintoxicá-la. Ficou quatro meses internada em tratamento numa suíte do hotel Copacabana Palace. Carmen melhorou, embora não tenha abandonado completamente remédios. Os exames realizados no Brasil não constataram alterações de frequência cardíaca.

[editar]A morte nos Estados Unidos

Ligeiramente recuperada, retornou para os Estados Unidos em 4 de abril de 1955. Imediatamente começou com as apresentações. Fez uma turnê por Cuba e Las Vegas entre os meses de maio e agosto e voltou a usar barbitúricos, além de fumar e beber mais do que antes.
No início de agosto, Carmen gravou uma participação especial no programa televisivo do comediante Jimmy Durante. Durante um número de dança, sofreu um ligeiro desmaio, desequilibrou-se e foi amparada por Durante. Recuperou-se e terminou o número. Na mesma noite, recebeu amigos em sua residência em Beverly Hills, à Bedford Drive, 616. Por volta das duas da manhã, após beber e cantar algumas canções para os amigos presentes, Carmen subiu para seu quarto para dormir. Acendeu um cigarro, vestiu um robe, retirou a maquiagem e caminhou em direção à cama com um pequeno espelho à mão. Um colapso cardíaco fulminante a derrubou morta sobre o chão no dia 5 de agosto. Seu corpo foi encontrado pela mãe no dia seguinte, às 10h30 da manhã. Tinha 46 anos.

[editar]Funeral e sucesso no Brasil

Aurora Miranda, sua irmã, recebeu na mesma madrugada um telefonema do marido de Carmen Miranda avisando sobre o falecimento. Aurora Miranda se desesperou por completo e passou então a notícia para as emissoras de rádio e jornais. Heron Domingues, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, foi o primeiro a noticiar a morte de Carmen Miranda em edição extraordinária do Repórter Esso.
Em 12 de agosto de 1955, seu corpo embalsamado desembarcou de um avião no Rio de Janeiro. Sessenta mil pessoas compareceram ao seu velório realizado no saguão da Câmara Municipal da então capital federal. O cortejo fúnebre até o Cemitério São João Batista foi acompanhado por cerca de meio milhão de pessoas que cantavam esporadicamente, em surdina, "Taí", um de seus maiores sucessos.
No ano seguinte, o prefeito do Rio de Janeiro Francisco Negrão de Lima assinou um decreto criando o Museu Carmen Miranda, o qual somente foi inaugurado em 1976 no Aterro do Flamengo.
Hoje, uma herma em sua homenagem se localiza no Largo da Carioca, Rio de Janeiro.[5]
A 18 de Julho de 1995 foi agraciada a título póstumo com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

[editar]Filmografia

Todos os títulos em Português dos filmes estrangeiros referem-se a exibições no Brasil.[6]

[editar]Canções mais famosas

Será mantida a grafia original do lançamento
  • As Cinco Estações do Ano (gravada com Lamartine BaboMário ReisAlmirante e Grupo do Canhôto em 6 de julho de 1933)
  • Adeus, Batucada (gravada com Orquestra Odeon em 24 de setembro de 1935)
  • Allô… Allô?(gravada com Mário Reis e Grupo do Canhôto em 18 de dezembro de 1933)
  • Ao Voltar do Samba (Arlequim de Bronze)(gravado com o Grupo do Canhôto em 26 de março de 1934)
  • Boneca de Pixe (gravada com Almirante e Orquestra Odeon em 31 de agosto de 1938)
  • Cachorro Vira-Lata (gravada com Regional de Benedicto Lacerda)em 4 de maio de 1937)
  • Cae, Cae (gravada com Bando da Lua em 5 de janeiro de 1941)
  • Camisa Amarela (gravada com Grupo da Odeon em 20 de setembro de 1937)
  • Camisa Listada (gravada com Bando da Lua em 28 de agosto de 1939)
  • Cantores do Rádio (gravada com Aurora Miranda e Orquestra Odeon em 18 de março de 1936)
  • Chattanooga Choo-Choo (gravada com Bando da Lua e Garoto em 25 de julho de 1942)
  • Chegou a Hora da Fogueira (gravada com Mário Reis e Diabos do Céo em 5 de junho de 1933)
  • Chica-Chica-Boom-Chic (gravada com Bando da Lua em 5 de janeiro de 1941)
  • Como Vaes Você? (gravada com Ary Barroso e Regional de Pixinguinha e Luperce Miranda em 2 de outubro de 1936)
  • Cuanto Le Gusta (gravada com Andrews Sisters e Orquestra de Vic Schoen em 29 de novembro de 1947)
  • Disseram Que Voltei Americanizada (gravada com Conjunto Odeon em 2 de setembro de 1940)
  • E Bateu-Se a Chapa (gravada com Regional de Benedicto Lacerda em 26 de junho de 1935)
  • E o Mundo Não Se Acabou (gravada com Regional Odeon em 9 de março de 1938)
  • Eu Dei (gravada com Regional Odeon em 21 de setembro de 1937)
  • Eu Também (gravada com Lamartine Babo e Diabos do Céo em 5 de janeiro de 1934)
  • Goodbye, Boy (gravada com Orquestra Victor Brasileira em 29 de novembro de 1932)
  • I Like You Very Much (Ai, Ai, Ai(gravada com Bando da Lua em 5 de janeiro de 1941)
  • I Make My Money with Bananas
  • Isto É Lá com Santo Antônio (gravada com Mário Reis e Diabos do Céo em 14 de maio de 1934)
  • Me Dá, Me Dá (gravada com Regional de Benedito Lacerda em 4 de maio de 1937)
  • Minha Embaixada Chegou (gravada com Grupo do Canhôto em 28 de setembro de 1934)
  • Moleque Indigesto (gravada com Lamartine Babo e Grupo Velha Guarda em 5 de janeiro de 1933)
  • Na Baixa do Sapateiro (Bahia) (gravada com Orquestra Odeon em 17 de outubro de 1938)
  • Na Batucada da Vida (gravada com Diabos do Céo em 20 de março de 1934)
  • No Taboleiro da Baiana (gravada com Luís Barbosa e Regional de Luperce Miranda em 29 de setembro de 1936)
  • O que é que a Bahiana Tem? (grafia original) (gravada com Dorival Caymmi e Conjunto Regional em 27 de fevereiro de 1939)
  • O Tique-Taque do Meu Coração (gravada com Regional de Benedicto Lacerda em 7 de agosto de 1935)
  • Primavera no Rio (gravada com Diabos do Céo em 20 de agosto de 1934)
  • Querido Adão (gravada com Orquestra Odeon em 26 de setembro de 1935)
  • Rebola, Bola (gravada com o Bando da Lua em 9 de outubro de 1941)
  • Recenseamento (gravada com Conjunto Odeon em 27 de setembro de 1940)
  • Samba Rasgado (gravada com Grupo Odeon em 7 de março de 1938)
  • Sonho de Papel (gravada com Orquestra Odeon em 10 de maio de 1935)
  • South American Way (gravada com Bando da Lua e Garoto em 26 de dezembro de 1939)
  • P'ra você gostar de mim" (Ta-hi) (gravada com Orquestra Victor em 27 de janeiro de 1930)
  • Uva de Caminhão (gravada com Conjunto Odeon em 21 de março de 1939)
  • Voltei p'ro Morro (gravado com Conjunto Odeon em 2 de setembro de 1940)

5 comentários:

Lúcia disse... [Responder comentário]

Oi Verinha, que legal a sua homenagem a Carmem Miranda, quanta coisa legal nós estamos aprendendo nessa interação. Parabéns amei, ficou tudo de bom.
Bjos no coração!

Verinha disse... [Responder comentário]

é verdade lúcia essas interações ns mostram muita coisa boa.

bjinho

FÁTIMA AMORim disse... [Responder comentário]

uauuuuuuuuuuuuuu

Carmem Miranada é tudo de melhor!!!

Parabéns pela postagem.

Abreijos <3

Verinha disse... [Responder comentário]

OBRIGADA FÁTIMA EU TAMBÉM GOSTO MUITO DA CARMEM MIRANDA.
OBRIGADA PELA VISITA.

BJINHO

Ritinha Carneiro disse... [Responder comentário]

oi linda,adorei todas as suas postagens,ficaram maravilhosas,parabéns.bjs.

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Obrigada pela visita,seu comentário me deixa muito feliz!

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